Arapongas não precisa de um prefeito que "ajuda" os mais necessitados, mas que faça um trabalho em conjunto com toda sua equipe para servir ao povo e as necessidades de uma cidade. Esta história de ajudar os mais necessitados é velha de mais para cairmos nessa. Amigos saiam desta idéia absurda de que político bom é político bonzinho que faz caridade, pois caridade é trabalho voluntário, e estamos
pagando (muito bem por sinal) estes que deveriam administrar a cidade e não fazer caridade.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Prefeito de Londrina (PR) é preso em praia de Santa Catarina
O prefeito de Londrina (388 km de Curitiba), José Joaquim Ribeiro (sem partido), foi preso em um hotel do litoral de Santa Catarina na manhã desta quinta-feira (20) por policiais civis do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A prisão preventiva de Ribeiro foi determinada na noite desta quarta-feira (19) pelo Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná, depois que ele assumiu ter recebido propina de empresários durante licitações.
A prisão aconteceu por volta das 9h, em praia de Piçarras (120 km de Florianópolis), por agentes catarinenses em parceria com o Gaeco de Londrina, sob a coordenação do promotor Cláudio Esteves. O mandado de prisão foi despachado ontem pelo desembargador da 2ª Câmara Criminal do TJ, José Maurício Pinto de Almeida, com base na ação criminal de promotores e investigadores.
As denúncias investigadas foram de corrupção e fraudes na licitação de kits escolares (uniformes, mochilas e tênis) para 35 mil estudantes de Londrina, entre 2010 e 2011. A quadrilha teria envolvimento de 19 pessoas, entre empresários e agentes públicos.
Ribeiro havia confirmado em depoimento feito ao Gaeco – assinado pelo próprio prefeito – que recebeu R$ 150 mil enquanto exercia a função de vice-prefeito. "Os autos demonstram que ele está causando uma inegável intranquilidade social, uma vez que confessou, inclusivamente em entrevista à imprensa, ter participado de alguns dos crimes mencionados na denúncia", diz o despacho do desembargador.
O prefeito foi o único com prisão decretada porque o TJ considerou perigoso o fato de Ribeiro estar ainda na prefeitura "com acesso pleno a documentos que possam ser imprescindíveis às investigações" de promotores e policiais.
Ribeiro, que estava de licença médica desde o dia 13 de setembro, era vice de Barbosa Neto (PDT), prefeito que foi cassado em 30 de julho último pela Câmara de Vereadores, acusado de pagar o serviço de vigilância da rádio da família com dinheiro público.
O advogado do prefeito preso, Paulo Nolasco, informou à imprensa que vai recorrer da decisão judicial, argumentando que foi criado um “cenário” para incriminar apenas o cliente dele, deixando de lado os verdadeiros corruptos da cidade.
A prisão aconteceu por volta das 9h, em praia de Piçarras (120 km de Florianópolis), por agentes catarinenses em parceria com o Gaeco de Londrina, sob a coordenação do promotor Cláudio Esteves. O mandado de prisão foi despachado ontem pelo desembargador da 2ª Câmara Criminal do TJ, José Maurício Pinto de Almeida, com base na ação criminal de promotores e investigadores.
As denúncias investigadas foram de corrupção e fraudes na licitação de kits escolares (uniformes, mochilas e tênis) para 35 mil estudantes de Londrina, entre 2010 e 2011. A quadrilha teria envolvimento de 19 pessoas, entre empresários e agentes públicos.
Ribeiro havia confirmado em depoimento feito ao Gaeco – assinado pelo próprio prefeito – que recebeu R$ 150 mil enquanto exercia a função de vice-prefeito. "Os autos demonstram que ele está causando uma inegável intranquilidade social, uma vez que confessou, inclusivamente em entrevista à imprensa, ter participado de alguns dos crimes mencionados na denúncia", diz o despacho do desembargador.
O prefeito foi o único com prisão decretada porque o TJ considerou perigoso o fato de Ribeiro estar ainda na prefeitura "com acesso pleno a documentos que possam ser imprescindíveis às investigações" de promotores e policiais.
Ribeiro, que estava de licença médica desde o dia 13 de setembro, era vice de Barbosa Neto (PDT), prefeito que foi cassado em 30 de julho último pela Câmara de Vereadores, acusado de pagar o serviço de vigilância da rádio da família com dinheiro público.
O advogado do prefeito preso, Paulo Nolasco, informou à imprensa que vai recorrer da decisão judicial, argumentando que foi criado um “cenário” para incriminar apenas o cliente dele, deixando de lado os verdadeiros corruptos da cidade.
Igreja condena participação de padres na política e alguns já desistem de candidaturas
Um padre, filiado ao PT, desistiu de sua candidatura para prefeito nas eleições de outubro por conta da cartilha da Conferência Nacional dos Bipos do Brasil (CNBB), que proíbe expressamente a participação padres no pleito deste ano. Como será que o padre Carlos Góes, de Maués, justifica a manutenção da candidatura, mesmo contra a recomendação da Igreja à qual ele fez seus votos? Ou será que estes votos não foram tão levados a sério assim por ele?
Uma determinação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) mudou o quadro político no município de Picos (306 quilômetros ao Sul de Teresina) e chama a atenção para as restrições impostas pela Igreja Católica à participação de sacerdotes na política.
O padre Walmir Lima, também filiado ao PT, desistiu de sua candidatura competitiva a prefeito nas eleições de outubro próximo por conta da cartilha da CNBB, que proíbe expressamente a participação padres no pleito deste ano.
O documento da titlea cúpula da Igreja Católica chama a atenção para a participação de padres na política. No Piauí, vários deles já se enveredaram na política, mas a maioria não obteve êxito nas gestões e alguns enfrentam hoje processos nas áreas administrativa e penal.
Hoje, dois sacerdotes exercem mandatos de prefeito – o padre Herculano Negreiros, prefeito de São Raimundo Nonato, e o padre Domingos Cavaleiro, de Domingos Mourão. Os dois enfrentam ou já enfrentaram problemas com a Justiça. Padre Herculano é acusado de improbidade administrativa no uso de recursos federais e está em vias de perder o mandato por irregularidades na prestação de contas de recursos de convênios federais. Ele foi condenado à perda do mandato pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região e se mantém no cargo graças a recursos.
O prefeito de Domingos Mourão, padre Domingos Cavaleiro, por sua vez, foi preso há dois anos, acusado de pedofilia, depois de ser denunciado pelo Ministério Público. Ex-prefeito de Dom Inocêncio, padre Manoel Lira teve recentemente uma condenação pela 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Piauí. O Tribunal negou seguimento da apelação de decisão que condenou o ex-prefeito a devolver R$ 1 milhão para os cofres públicos municipais e á cassação de seus direitos políticos por oito anos. Ele também ficou proibido de fazer contratos com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios por dez anos.
A decisão da 1ª Vara Especializada Cível do Tribunal de Justiça manteve a decisão do juiz da 2ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, que anulou o ato administrativo do padre Manoel Lira Parente.
Ele foi denunciado por supostamente, como prefeito, ter transferido o prédio de uma escola pública municipal em nome de Maria da Conceição Leal, para a Fundação Ruralista. Padre Lira foi prefeito da cidade em três legislaturas, sendo a última no período de 2005 a 2007. A Fundação Ruralista era coordenada pelo padre e sempre prestou serviços relevantes para o município no apoio a pequenos agricultores e convivência com a seca.
Em Patos de Minas a Diocese local soltou uma nota com alguns esclarecimentos, sobre a declaração partidária do padre Jorge Luís Costa veiculada no guia eleitoral no dia 5 de setembro, para as eleições municipais. Veja a íntegra da nota:
1) Não é missão da Igreja “indicar” aos seus fiéis partidos ou candidatos, a escolha deve ser livre por parte de cada cidadão, assim como preza a democracia.
2) A igreja toma parte na politica exercendo seu papel de ajudar o povo a fazer escolhas conscientes usando critérios éticos para escolher seus representantes públicos.
3) O pronunciamento público do Pe. Jorge Luís Costa em guia eleitoral não manifesta em hipótese alguma a postura da Diocese de Patos na sua participação politica, trata-se de uma opinião pessoal de quem a fez, e jamais poderá ser usada como posicionamento da Igreja.
4) A Igreja Católica tem se interessado sempre pela vida política e buscado um diálogo saudável para o bem das pessoas. Por isso, não permite a nenhum padre utilizar-se do titlear, da pregação e de nenhuma outra forma de ação religiosa, enquanto padre, para atacar ou indicar, denegrir nem criticar partido ou político nenhum.
5) O direito canônico (cân. 285, 3; 286; 287, 2) proíbe o padre: de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil e de ter parte ativa nos partidos políticos.
6) A missão do Padre é servir ao povo que lhe foi confiado, construindo unidade e dialogo com todos, tomar partido implica causar divisão e isto contradiz a missão do sacerdote.
Portanto, desaprovamos publicamente as declarações politicas do referido sacerdote e qualquer outro membro do clero diocesano que venha a tomar atitude semelhante. A diocese de Patos não tem vinculação partidária e por isso isenta-se de qualquer indicação a eventuais candidatos. Reafirmamos a postura da CNBB em nota divulgada sobre as eleições municipais na 50ª Assembleia Geral; “Inspira-nos a palavra do papa Bento XVI ao afirmar que a sociedade justa, sonhada por todos, “deve ser realizada pela política” e que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Deus Caritas Est 28). Para o cristão, participar do processo político-eleitoral, impulsionado pela fé, é tornar presente a ação do Espírito, que aponta o caminho a partir dos sinais dos tempos e inspira os que se comprometem com a construção da justiça e da paz.”
Lembramos ao povo a responsabilidade em fazer as escolhas de seus representantes públicos nas próximas eleições de outubro. Votar é exercer a cidadania, e escolher bem os seus representantes deve ser um compromisso cristão.
Cúria Diocesana de Patos, 6 de setembro de 2012.
Uma determinação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) mudou o quadro político no município de Picos (306 quilômetros ao Sul de Teresina) e chama a atenção para as restrições impostas pela Igreja Católica à participação de sacerdotes na política.
O padre Walmir Lima, também filiado ao PT, desistiu de sua candidatura competitiva a prefeito nas eleições de outubro próximo por conta da cartilha da CNBB, que proíbe expressamente a participação padres no pleito deste ano.
O documento da titlea cúpula da Igreja Católica chama a atenção para a participação de padres na política. No Piauí, vários deles já se enveredaram na política, mas a maioria não obteve êxito nas gestões e alguns enfrentam hoje processos nas áreas administrativa e penal.
Hoje, dois sacerdotes exercem mandatos de prefeito – o padre Herculano Negreiros, prefeito de São Raimundo Nonato, e o padre Domingos Cavaleiro, de Domingos Mourão. Os dois enfrentam ou já enfrentaram problemas com a Justiça. Padre Herculano é acusado de improbidade administrativa no uso de recursos federais e está em vias de perder o mandato por irregularidades na prestação de contas de recursos de convênios federais. Ele foi condenado à perda do mandato pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região e se mantém no cargo graças a recursos.
O prefeito de Domingos Mourão, padre Domingos Cavaleiro, por sua vez, foi preso há dois anos, acusado de pedofilia, depois de ser denunciado pelo Ministério Público. Ex-prefeito de Dom Inocêncio, padre Manoel Lira teve recentemente uma condenação pela 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Piauí. O Tribunal negou seguimento da apelação de decisão que condenou o ex-prefeito a devolver R$ 1 milhão para os cofres públicos municipais e á cassação de seus direitos políticos por oito anos. Ele também ficou proibido de fazer contratos com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios por dez anos.
A decisão da 1ª Vara Especializada Cível do Tribunal de Justiça manteve a decisão do juiz da 2ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, que anulou o ato administrativo do padre Manoel Lira Parente.
Ele foi denunciado por supostamente, como prefeito, ter transferido o prédio de uma escola pública municipal em nome de Maria da Conceição Leal, para a Fundação Ruralista. Padre Lira foi prefeito da cidade em três legislaturas, sendo a última no período de 2005 a 2007. A Fundação Ruralista era coordenada pelo padre e sempre prestou serviços relevantes para o município no apoio a pequenos agricultores e convivência com a seca.
Em Patos de Minas a Diocese local soltou uma nota com alguns esclarecimentos, sobre a declaração partidária do padre Jorge Luís Costa veiculada no guia eleitoral no dia 5 de setembro, para as eleições municipais. Veja a íntegra da nota:
1) Não é missão da Igreja “indicar” aos seus fiéis partidos ou candidatos, a escolha deve ser livre por parte de cada cidadão, assim como preza a democracia.
2) A igreja toma parte na politica exercendo seu papel de ajudar o povo a fazer escolhas conscientes usando critérios éticos para escolher seus representantes públicos.
3) O pronunciamento público do Pe. Jorge Luís Costa em guia eleitoral não manifesta em hipótese alguma a postura da Diocese de Patos na sua participação politica, trata-se de uma opinião pessoal de quem a fez, e jamais poderá ser usada como posicionamento da Igreja.
4) A Igreja Católica tem se interessado sempre pela vida política e buscado um diálogo saudável para o bem das pessoas. Por isso, não permite a nenhum padre utilizar-se do titlear, da pregação e de nenhuma outra forma de ação religiosa, enquanto padre, para atacar ou indicar, denegrir nem criticar partido ou político nenhum.
5) O direito canônico (cân. 285, 3; 286; 287, 2) proíbe o padre: de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil e de ter parte ativa nos partidos políticos.
6) A missão do Padre é servir ao povo que lhe foi confiado, construindo unidade e dialogo com todos, tomar partido implica causar divisão e isto contradiz a missão do sacerdote.
Portanto, desaprovamos publicamente as declarações politicas do referido sacerdote e qualquer outro membro do clero diocesano que venha a tomar atitude semelhante. A diocese de Patos não tem vinculação partidária e por isso isenta-se de qualquer indicação a eventuais candidatos. Reafirmamos a postura da CNBB em nota divulgada sobre as eleições municipais na 50ª Assembleia Geral; “Inspira-nos a palavra do papa Bento XVI ao afirmar que a sociedade justa, sonhada por todos, “deve ser realizada pela política” e que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Deus Caritas Est 28). Para o cristão, participar do processo político-eleitoral, impulsionado pela fé, é tornar presente a ação do Espírito, que aponta o caminho a partir dos sinais dos tempos e inspira os que se comprometem com a construção da justiça e da paz.”
Lembramos ao povo a responsabilidade em fazer as escolhas de seus representantes públicos nas próximas eleições de outubro. Votar é exercer a cidadania, e escolher bem os seus representantes deve ser um compromisso cristão.
Cúria Diocesana de Patos, 6 de setembro de 2012.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Foto de uma viatura estacionada em local para deficientes físicos em Arapongas ganha repercussão no facebook
Nesta semana, uma foto publicada no facebook, onde uma viatura da Guarda Municipal está estacionada em uma área para deficientes físicos, trouxe revoltados aos faces de plantão. O internauta que divulgou a foto deixa a seguinte pergunta postada: Será que a placa significa algo ou é ponto pra viatura da GM? Pelo que parece, a população não ficou muito feliz com o ato dos GM.
GAZETA DA CIDADE - EDIÇÃO 2.000
Um momento de muita importância aconteceu quando ocorreu a virada do ano 1999 para 2000 as pessoas ficaram preocupadas na época em virtude de uma crença na bíblia que dizia “a 1000 chegaras mas de 2000 não passaras” e já se foram 12 anos agora tem a crença,em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos
calendários como o “apocalipse”, o “fim do mundo”, “o juízo final”, “o fim de um ciclo” e, nos mais otimistas, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, Religiosos das mais diferentes crenças afirmam que algo extraordinário ocorrerá em nosso planeta em 2012. Nunca antes uma data foi tão importante
para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos. Mas apos esta explanação que realizamos um tanto quanto negativa,era tão somente para a Gazeta da Cidade chega ao numero 2000,que foram marcados por inúmeras situações publicadas e vividas profissional e pessoal, gostaríamos de agradecer a todos o nossos colaboradores,anunciantes, assinantes, amigos e aqueles que de alguma forma fizeram parte da nossa historia e auxiliaram para que esta jornada chegasse ate aqui,sabemos que temos muito a fazer,nossa função na sociedade é informar a comunidade de forma ética,moral e verdadeira. Agradecemos ao fundador desta empresa o Sr Raimundo Pinheiro Costa que norteou as diretrizes com sua frase”A melhor e mais construtiva vitoria é aquela conquistada com trabalho e persistência “. 37 anos de muito trabalho, dedicação e persistência estes continuaram sendo nossa engrenagem de trabalho para os próximos projetos que estarão acontecendo no desempenho de nossa função e atividade de comunicar a comunidade.
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